Sábado, Dezembro 19, 2009

Mario Quintana - Para REFLETIR todos os dias!

Olá a todas,

A "mensagem" abaixo do extraordinário Mario Quintana, merece ser lida e seguir conosco todos os dias, como REFLEXÃO diária!
É sensacional!



Abraços a todas,

Miriam Vasco
Presidente

Domingo, Dezembro 13, 2009

É Natal Boas Festas! Feliz 2010!

animações e imagens




Olá a todas,

É Natal, um novo Ano se aproxima!
Convido a uma Prece, sem que nos preocupemos com nossa religião, basta a Fé!

"Deixe que o espírito natalino invada seu coração e perdure por todos os dia do próximo ano.
Que 2010 traga muito Amor, Fraternidade e Prosperidade!
O Ano do "1" do começo de uma nova década!
Nessa Noite humilde e grandiosa que uma chuva de benções desça do alto e fecunde os nossos corações.
Que a noite de Natal seja mensageira de Tranquilidade e de Sucesso para o ano todo. Que essa Prece seja exercício diário no Ano que vai chegar, e não apenas PALAVRAS!"


FELIZ NATAL e um 2010 com muito Amor, Fraternidade e Prosperidade!!!
Boas Festas!!!


É o que deseja o grupo NEXTi, agradecendo a todas por esse trabalho fecundo em 2009, e esperando que no Ano Novo continuemos juntas e realizando nossos Sonhos!!!

Agradecemos também a todos que conosco trabalharam e contribuiram, parceiros, fornecedores, colaboradores e amigos.
Muito Obrigada!"

"...Bom Natal um Feliz Natal de Amor e Paz pra você... pra VOCÊ!"

Abraços a todas,

Miriam Vasco
Presidente

Arrogância e falta de medida - por Rubens Ricupero


Vale a pena ler!

Não faria mal à diplomacia brasileira escolher com mais cuidado os amigos e as causas que patrocina
Rubens Ricupero , 72, diretor da Faculdade de Economia da Faap e do Instituto Fernand Braudel de São Paulo, foi secretário-geral da Unctad (Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento) e ministro da Fazenda (governo Itamar Franco).

"TIVE UM choque ao ouvir de ex-colega da ONU que o Brasil começa a parecer arrogante no exterior. "Vocês não eram assim; agora se comportam às vezes com a petulância de novos-ricos!" Minha primeira reação foi descartar a observação como fruto de algum episódio isolado. E se for verdade, pensei depois? Meu amigo é dos mais argutos analistas internacionais e seus exemplos me abalaram a tranquilidade.

Na raiz dessa percepção, está a irritação crescente com o protagonismo excessivo do nosso presidente, a frenética e incessante busca dos holofotes, a tendência de meter-se em tudo, com boas razões ou sem nenhuma. Acaba por irritar outros presidentes, que se cansam de servir de figurantes ao brilho de nossa liderança. Chega a hora em que os demais não aparecem para a festa, como sucedeu na recente reunião de presidentes amazônicos em Manaus. Veja-se o contraste com a sobriedade e o realismo da China. Na recente visita de Barack Obama, o primeiro-ministro Wen Jiabao lhe disse, segundo a agência oficial, que "a China discorda da ideia de um G2, pois ainda é um país em desenvolvimento e precisa manter a mente sóbria". Lamenta, mas não pode ajudar a resolver os problemas do Oriente Médio, do Afeganistão ou de outros lugares porque está muito ocupada em solucionar os próprios.

Imagine como teríamos reagido se a oferta do G2 tivesse sido feita a nós? O pragmatismo dos chineses significa que eles reservam os meios que possuem (bem superiores aos nossos) para o essencial: o comércio, a tecnologia, as ameaças do entorno asiático onde podem ser decisivos. A diferença em relação à política externa do Brasil revela muito sobre eles e sobre nós.

Queremos ser mediadores no Oriente Médio e em Honduras, onde nossa influência é quase zero, enquanto a Unasul, que fundamos, completa um ano sem conseguir eleger o secretário-geral (Néstor Kirchner é vetado pelo Uruguai) nem encaminhar os conflitos que se multiplicam entre os membros. O erro não é querer ter um papel útil, mas fazê-lo de modo desastrado, sem medida nem coerência. A mesma diplomacia que não suja as mãos em contatos com o governo de fato hondurenho abraça o sinistro presidente iraniano, indiferente à negação do Holocausto, à fraude eleitoral, às torturas e condenações à morte de opositores.

Nosso "timing" não é melhor do que nossa consistência. Recebemos Mahmoud Ahmadinejad na véspera de sua condenação pela Agência Internacional de Energia Atômica com os votos da China e da Rússia. Provavelmente amaciado pelos bons conselhos do Brasil, ele anunciou que vai construir mais dez usinas de urânio. Somos candidatos a posto permanente no Conselho de Segurança, mas assinamos oito acordos com país que está sob sanções do Conselho!

Mais...
Arrogância e falta de medida - Rubens Ricupero

Não nos faria mal escolher com mais cuidado os amigos e as causas que patrocinamos.

Tampouco perderíamos se deixássemos algum espaço para os que já nos olham com receio devido a nosso tamanho incômodo e potencial futuro. Ao conseguir convencer o secretário de Estado dos Estados Unidos a vir ao Rio de Janeiro para a conferência interamericana de 1906, Rio Branco insistiu para que visitasse também Montevidéu, Buenos Aires e Santiago, "a fim de dissipar ciúmes e prevenções, afagando o amor próprio" dos hispano-americanos. Ele sabia que "a inveja é a sombra da glória", verdade que parece termos esquecido."

Abraços a todas,

Miriam Vasco
Presidente

Sexta-feira, Dezembro 11, 2009

11 de dezembro - Dia do Engenheiro!


Olá a todas,

Para todos os profissionais fomados na área de engenharia, mesmo que tenham derivado suas carreiras para outras áreas, desejamos um

Feliz Dia do Engenheiro!

Abraços,

Miriam Vasco
Presidente

"Gestão de TI está mais complexa" revela estudo

Estudo revela que gestão de TI está mais complexa
Levantamento aponta que os profissionais atribuem às barreiras a falhas na condução do departamento, à proliferação de tecnologias no mercado e à criação de dinâmicas burocráticas de aprovação de projetos.

Por CIO/EUA
10 de dezembro de 2009

Ninguém disse que gerenciar os sistemas corporativos de TI é uma tarefa fácil. No entanto, com base nos últimos dez anos, quando muitas tecnologias surgiram, seria razoável afirmar que a gestão tecnológica das empresas tenderia a tornar-se menos árdua e complexa. Aí que as pessoas se enganam.

Conforme 2010 se aproxima, e o mercado de tecnologia contabiliza milhares de lançamentos durante a década que passou, a verdade aparece: o gerenciamento dos ambientes de TI está infinitamente mais complicado do que há alguns anos, quando os CIOs estavam preocupados com o bug do milênio.

Os resultados de uma pesquisa realizada com 353 decisores de TI pela Technology Services Industry Association - entidade norte-americana que reúne os fornecedores de serviços - confirma essa perspectiva.

Dois terços dos profissionais ouvidos para o estudo afirmam que, na medida em que o ambiente corporativo de TI está mais complexo do que há cinco anos, é mais difícil implementar projetos de software de forma ágil e eficiente. Eles atribuem esse cenário à proliferação de tecnologias no mercado e à criação de dinâmicas burocráticas de aprovação de projetos nas empresas.

Cerca de 53% dos participantes também assumiram que menos da metade dos usuários que deveria acessar o software consegue fazer isso de forma adequada. Isso faz com que as empresas não consigam atingir todos os benefícios como redução de custos, aumento de receita, diferenciação competitiva, entre outros, que são os principais motivos pelos quais os investimentos em software acontecem.

Quase 60% dos compradores de software que responderam à pesquisa disseram que o CEO ainda responsabiliza o departamento de tecnologia por toda falha relacionada aos sistemas ou dados corporativos. Isso porque a maioria das companhias quer poder contar com um fluxo de dados sempre disponível e ágil sem investir o necesário. Gerenciar informações é uma tarefa extremamente complexa e que implica no investimento em software.

Entretanto, os membros do C-level não entendem que, por mais complexa que seja, a TI é um elemento estratégico das empresas atualmente e, para gerar resultados positivos, necessita de um orçamento à altura de suas responsabilidades. Ainda mais se levado em conta previsão da consultoria Gartner que indica que o volume de dados corporativos deve aumentar 650% nos próximos cinco anos.

Nossos comentários
É pessoal, "tarefinha" nada fácil essa!
Como já temos conversado várias vezes, as empresas crescem, fundem-se, ficam cada vez mais complexas em suas operações, processos, pessoal e a integração, orquestração e harmonia desses novos ambientes está ficando cada dia mais complexa, e pior, cada vez temos menos verba para gerenciar, porque TI ainda é, embora vista como Estratégica, é uma tecnologia que tem linguagem própria, e por isso tem que ser muito bem "traduzida" em benefício do negócio, senão o orçamento de TI fica cada vez menor.

Mas há também de se discutir novas maneiras de se conduzir e gerenciar TI, com criatividade, maior flexibilidade, atentos para não comprar novas tecnologias sem antes ter explorado aquelas já existentes, se certificar que os usuários aproveitam da melhor maneira os benefícos dos aplicativos implantados, que esses mesmos usuários estejam sempre sendo treinados, reclicados, e os indicadores de satisfação dos usuários possa refletir, ser o termometro para o gestor de TI, e sem dúvida, para que se atinjam as metas corporativas.

Como a tarefa não é simples, cada gestor de TI tem que encontrar dentro daquela Organização, e usando toda sua experiência adquirida/acumulada, os melhores modelos e práticas que essa Organização está preparada para absorver, e identificar de acordo com o nível atual de maturidade dessa empresa (história, cultura, segmento de mercado, grau de internacionalização, conhecimento dos processos, capacitação do pessoal, modelo de governança corporativa e objetivos futuros) a estratégia a ser adotada, porque não tem "receita de bolo".
O que deve haver é uma sincronia entre a Gestão de TI e a Governança Corporativa e trabalhar os serviços prestados por TI, em funçao das Demandas do Negócio, sem descuidar do "environment" de TI, hoje tão complexo pela quantidade de tecnologia existente, projetos globalizados, equipes multidisciplinares e ainda tendo que falar alinguagem empresarial, altamente comprometida a com as metas corporativas.

Um ambiente de TI fora do ar
, dependo do segmento da empresa, pode significar não sómente uma perda financeira milionária, mas como comprometer a imagem dessa empresa, as vezes de forma irreversível.

Mãos a obra! É trabalho duro, mas não é impossível.

Abraços a todas,

Miriam Vasco
Presidente

Segunda-feira, Dezembro 07, 2009

Plataforma Windows Azure

Olá a todas,

A Microsoft também está investindo fortemente em Cloud Computing.
Abaixo, vocês vão encontrar conceitos, benefícios, ferramentas, mais sobre SQL Azure, tudo sobre essa Plataforma.

Plataforma Windows Azure
A Plataforma Windows Azure da Microsoft é um grupo de tecnologias da nuvem que fornece um conjunto específico de serviços para desenvolvedores que são hosteados nos data centers da Microsoft. A plataforma de serviços Azure é formada por um sistema operacional, Windows Azure, e um conjunto de serviços para o desenvolvedor que podem ser usados individualmente ou em conjunto. São eles: .NET Services e SQL Azure.

Saiba mais nos links abaixo (da Microsoft)
http://msdn.microsoft.com/pt-br/azure/default.aspx
http://msdn.microsoft.com/en-us/azure/default.aspx

Se você quer se aprofundar no assunto, esse link abaixo é interessante, escrito por Waldemir Cambiucci, que trabalha na Microsoft Brasil como arquiteto de soluções.
obs.: também publicado nas nossas colunas do Blog a direita "Tendências, Gestão e Tecnologia da Informação" e "Blogs Favoritos".

http://www.profissionaisti.com.br/2009/12/sql-azure-database-um-banco-de-dados-relacional-na-nuvem/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+profissionaisti+%28Profissionais+TI+-+Pra+quem+respira+informa%C3%A7%C3%A3o.%29

Enjoy!

Abraços a todas,

Miriam Vasco
Presidente

Sexta-feira, Dezembro 04, 2009

McAfee publica "Relatório de Criminologia Virtual de 2009" que inclui a contribuição de Executiva do grupo NEXTi - Vanda Scartezini

Olá a todas,

Temos o prazer de compartilhar com vocês a publicação desse excelente material, compilado no "Relatório de Criminologia Virtual de 2009" pela McAfee (em português e inglês)e que traz uma contribuição especial da Vanda Scartezini, membro do grupo NEXTi.

PARABÉNS Vanda por mais essa contribuição com nossa Sociedade Digital!

"Virtualmente real": A era da guerra cibernética

A “era da guerra cibernética” já chegou? Neste ano, o quinto Relatório Anual de Criminologia Virtual da McAfee contempla essa questão e outras levantadas pela constatação de que os países estão se armando para o campo de batalha da Internet.

Faça download do relatório (em português)
http://www.mcafee.com/br/local_content/reports/virtual_criminology_report/vcr_09_br.html

Boa leitura!
O material é realmente de qualidade, tanto no editorial/conteúdo, como no cuidado com o visual, com a capa, com as imagens.
Vocês vão gostar.

Abraços a todas.

e.t. As mulheres estão mostrando a que vieram, e não foi a passeio!

Miriam Vasco
Presidente

Executiva do grupo NEXTi vence Prêmio Empreendedor de Sucesso 2009 na Categoria Oportunidade!




Olá a todas,

O Grupo de Executivas de TI NEXTi, tem o prazer de comunicar e compartilhar com vocês, a Vencedora do Prêmio Empreendedor de Sucesso 2009

Florencia Ferrer - CEO da e-Stratégia Publica
e membro desse grupo.

PARABÉNS por essa conquista Florencia!

Você é merecedora desse Prêmio.

Concorreram mais de 120 empresas, e Florencia Ferrer foi a grande vencedora do Prêmio Empreendedor de Sucesso 2009, na Categoria Oportunidade.

Pequenas Empresas & Grandes Negócios, Fundação Getúlio Vargas e Visa realizaram no dia 2 de dezembro a cerimônia de premiação, e a edição deste mês da revista PEGN traz a matéria completa sobre o prêmio.

Assitam a cerimônia de premiação no link abaixo (video):
http://rede.empresas.globo.com/page/empreendedor-de-sucesso

Abraços a todas.

Miriam Vasco
Presidente

Google abre temporada de contratações no Brasil

Empresa volta a contratar após a crise e vai aumentar equipe de engenheiros em 20%, informa chefe de engenharia do Google na América Latina, Berthier Ribeiro.
Guilherme Felitti, do IDG Now! 01 de dezembro de 2009

A operação do Google no Brasil pretende aumentar em até 20% sua obra de mão de engenheiros no próximo ano, em desdobramento direto do fim da instabilidade financeira enfrentada pelo setor de tecnologia do País.

A afirmação é do diretor de engenharia do Google na América Latina, Berthier Ribeiro-Neto, responsável por comandar cerca de 50 engenheiros em Belo Horizonte que participam de projetos globais e adaptam serviços regionais do buscador.

Como se tornar engenheiro do Google?
Segundo Ribeiro, o Google vê sinais de recuperação suficientes para voltar a apostar nas contratações como forma de expandir suas operações, inclusive no Brasil. O engenheiro, porém, faz a ressalva: "é uma expansão com cuidado", dando “um passo de cada vez”.

Nesta entrevista exclusiva ao IDG Now!, o chefe de engenharia na América Latina explica as responsabilidade do centro mineiro de desenvolvimento frente aos outros do Google espalhados pelo mundo e detalha o perfil de engenheiro que o buscador procura.

Relembre a trajetória do Google no Brasil
Segundo Ribeiro, as vagas abertas pelo Google no Brasil poderão ser consultadas no site de empregos que o buscador mantém em português, separadas por especialidade ou localização geográfica.

Quais são as responsabilidades do centro de desenvolvimento no Brasil na estrutura global de engenharia do Google?
Os projetos do Google são globais. Não faz muito sentido falar em projetos locais. Eles são pensados em escala global e o modelo de negócios só se sustenta se você pensar em escala global. Caso contrário, ele não se sustenta por ficar muito complexo.

O papel da engenharia no Brasil é fundamentalmente dois: participar de projetos globais e dar suporte global ao negócio, além de ser responsável pelo Orkut no mundo. O melhor exemplo que posso dar deste suporte é o Mapas, que está lançado no Brasil, na Argentina, no Chile e no México.

Não que a tecnologia seja local: é que a base de dados é local. O provedor de dados no Brasil é um, na Argentina é outro e no México é outro. Existe um trabalho de integração destes dados locais obtidos de diferentes provedores na plataforma tecnológica.

Durante o Congresso Brasileiro de Qualidade e Produtividade (CBQP), você disse que o Google no Brasil estava acelerando sua expansão. Em termos de operação e engenheiros, o que isto quer dizer?

Saiba mais na coluna "Sobre Carreira" (a direira nesse Blog).

Abraços a todas.

Miriam Vasco
Presidente

HP e 3COM juntas - qual o novo desenho?

HP e 3COM redesenham a rede
Graça Sermoud e Paula Zaidan 03/12/2009

Em encontro ontem com a imprensa, na capital paulista, o presidente da HP, Mario Anseloni, adiantou que a empresa já está preparando uma estratégia de treinamento de sua equipe na plataforma 3COM. Segundo ele, enquanto a aprovação da compra não for concluída, nenhuma ação efetiva poderá ser feita no Brasil. Parceira da Cisco de longa data, a HP se distancia agora dessa plataforma, após a aquisição da 3COM, anunciada por 3,1 bilhões de dólares.

Esse distanciamento será um dos desafios da HP no processo de integração. Para começar, a empresa pretende fazer uma mudança de todo o parque Cisco por 3COM. “Temos que utilizar os produtos em nossa própria casa, essa tem sido a política da HP”, afirmou Denoel Eller, diretor da Unidade de Negócios de Servidores, Storage e Redes da HP Brasil. Denoel está se referindo, na verdade, a uma estratégia da HP de implementar as soluções que vende na própria companhia. “Foi assim com o nosso projeto de consolidação de servidores. Nosso CIO é hoje uma figura estratégica dentro da corporação”, reforçou ele.

A HP acredita tanto na necessidade de mostrar que casa de ferreiro não é espeto de pau, que tem feito algumas turnês com CIOs brasileiros para encontros reservados com o próprio CIO da HP, nos Estados Unidos. Nesses encontros, a empresa tem procurado mostrar como a companhia enfrenta seus desafios de negócios utilizando a Tecnologia da Informação como apoio estratégico. “Acreditamos muito nessa ação e achamos que dessa forma podemos falar a mesma linguagem do cliente”, conclui Denoel.

3COM & Cia
A HP terá alguns desafios no projeto de integração com a 3COM. Com certeza, esse desafio está menos relacionado ao processo de integração em si e mais na estratégia comercial e de mercado. “No caso da 3COM existe uma sinergia total de produtos, bem diferente do processo da Compaq”, lembrou Anseloni. Essa aquisição, assim como a da EDS, complementa a plataforma da HP. É bom lembrar também que a 3COM liderou o segmento em uma era que rede era sinônimo de conectividade. Hoje, rede é serviço, algo bem mais próximo da linguagem HP.

De qualquer forma, trabalhar a plataforma 3COM vai exigir a mudança de “cultura Cisco” e um grande processo de treinamento. Além disso, a HP terá que avaliar como será o posicionamento de mercado dos produtos 3COM. Em busca de renovação e de uma ação mais agressiva de mercado, a 3COM passou a incorporar ao seu portfólio produtos fabricados na China, após adquirir a asiática H3C. Resta agora saber como a HP colocará a sua grife e posicionará esses produtos em termos de preço/benefício.

Revanche ou não, a rivalidade entre HP e Cisco, após a aquisição da 3COM, coincide com a disposição velada da Cisco de entrar no segmento de servidores. De qualquer forma, Mario Anseloni, presidente da HP, não deixa de comentar o fato de que a Cisco, ao fazer essa opção, simplesmente entrou em rota de colisão com a própria HP, IBM e Dell.

Consolidação
Na opinião de analistas da ASM e IDC, a entrada da Cisco no mercado de servidores, parceria com VMWare e EMC a torna sim um competidor com os principais fabricantes. Entretanto, o principal motivo de a 3COM ter sido adquirida pela HP foi a ampliação de seu portfólio. “O movimento da Cisco é a tendência do mercado. Mas também não deixa de ser ousado por brigar com as gigantes e, ainda, pela parceria com a HP, o que também não deixa de ser uma tendência inevitável: todos são parceiros e competidores”, reflete Bruno Rossi, consultor e diretor da ASM.

Reinaldo Roveri, gerente de Pesquisa e Análise de Mercado da IDC, avalia que a HP também trouxe à reboque outras mensagens para o mercado. A empresa passa a ser uma provedora de soluções de infraestrutura mais completa a partir do reforço de sua oferta de rede. Além disso, se torna concorrente da Cisco em alguns projetos. “Nesse ponto, não acredito que a parceria da Cisco/HP desapareça, uma vez que a Cisco tem um expertise focado”, analisa Roveri.

Em terceiro lugar, o que mais repercutiu no mercado, é a entrada da HP no mercado chinês. Assim, a companhia reforça a sua presença nos países emergentes e passa a ser destaque no pós-crise, apresentando crescimento muito acima da média do mercado global. A IDC prevê um crescimento mundial do mercado de TI (em dólar) na ordem de 3%, enquanto o Brasil deve crescer acima de 8% e a China deve chegar acima de 9%. “Isso é benéfico para a HP, que aumenta a sua participação nos países emergentes”.

Outro benefício da HP com a aquisição da 3COM é a complementariedade do portfólio, já que algumas funcionalidades vinham sendo desenvolvidas pela 3COM, como appliance de segurança. Isso, de certa forma, posiciona a HP nesse segmento, dando maior robustez na parte de rede, o que passa a ser crítico com a tendência do cloud computing.

Por outro lado, a Cisco é bastante agressiva em marketing e vendas e ao mesmo tempo inovadora. “Creio que para o consumidor, a Cisco possua um mind share muito forte. Claro que haverá um impacto no mercado, uma vez que se a HP estiver num projeto ela dará preferência de venda de seu portfólio, mas é o cliente quem irá decidir”, diz Rovero. Portanto, na sua opinião, para a Cisco continuar a crescer terá que buscar novos parceiros e canais para compensar a eventual perda de preferência pelo cliente.

Nossos comentários:
Mais uma fusão que vai trazer mudanças, novos desafios, mas também, com certeza ampliar as escolhas dos clientes.

E o diferencial, cada vez mais migra para quem oferecer o melhor serviço, o melhor custo/benefício, a expertise, e um item muito importante e "buscado" pela maioria dos CIOs e das empresas, um fornecedor que atenda suas necessidades de A a Z naquele assunto/tema, que tenha comprometimento, e que se consolide como fornecedor/parceiro, crescendo e entendendo que, qualidade do serviço, confiança do cliente, se conquista, e se fideliza no dia a dia, participando cada vez mais do entendimento do negócio e das metas dos seus clientes/empresas, e que TI é um meio importante para atingir esses objetivos/metas/resultados, hoje de uma forma global.
Isso faz toda a diferença!!!
O cliente aqui, é o grande beneficiado.
Vamos acompanhar!

Abraços a todas,

Miriam Vasco
Presidente

Quarta-feira, Dezembro 02, 2009

SAP Constellation e Google Wave - o que eles tem em comum?

SAP prepara plataforma que pode concorrer com o Google Wave
IDG News Service
02 de dezembro de 2009

Em fase de testes, o Constellation é um “quarto de guerra virtual” para trabalhar soluções colaborativas e chegará ao mercado no primeiro semestre de 2010.

A empresa de sistemas de gestão SAP pretende lançar uma ferramenta para suporte a decisões chamada Constellation, que pode ser um concorrente da plataforma Wave, do Google.
A ferramenta já está em fase de testes internos, com o nome 12Sprints.

Com o conceito de “quarto de guerra virtual”, o Constellation será uma ferramenta em nuvem, podendo ser acessado via navegador ou componente sob demanda, informa o vice-presidente de tecnologias emergentes da divisão de negócios da empresa, David Meyer.

Em uma demonstração, Meyer explicou como os usuários podem colaborar para a solução de problemas em tempo real com o uso de widgets, chamados de “métodos”. Como exemplos, ele mostrou uma ferramenta para catalogar as vantagens e desvantagens de uma situação, e outra para conduzir análises usando a metodologia SWOT (forças, fraquezas, oportunidades, ameaças).

A empresa também vai oferecer meios de publicar as atividades em plataformas como wikis e SharePoint, para uma audiência mais ampla. O componente sob demanda, que ainda está em desenvolvimento, permitirá ao usuário acessar de modo seguro os dados da companhia.

“Quando você trabalha na nuvem com privilégios de segurança, o Constellation permite adentrar na empresa e acessar todos os recursos, como dados de planejamento da empresa e informações ainda não estruturadas”, afirmou Meyer.

Versão gratuita e loja de aplicativos
A SAP ainda não definiu o modelo de cobrança do Constellation. O produto será oferecido em três pacotes, entre eles uma versão gratuita com um número limitado de atividades.

A companhia também afirmou que planeja criar uma loja virtual de aplicativos para a plataforma, na qual desenvolvedores poderão criar extensões e métodos personalizados, além de vendê-los. “Queremos abrir o espaço para a comunidade e para os jovens de garagem”, completou Meyer.


Mais detalhes sobre o Constellation devem ser divulgados em janeiro de 2010.
O produto chegará ao mercado internacional no primeiro semestre do próximo ano, segundo Meyer.

Vamos aguardar!

Abraços a todas,

Miriam Vasco
Presidente